Avaliação Inicial

A avaliação mais indicada deve ser realizada por um psiquiatra com conhecimento na área dos transtornos alimentares

A avaliação de pacientes com transtorno alimentar costuma exigir avaliação minuciosa, exame físico e emocional detalhado e, geralmente, exames complementares. Os objetivos da avaliação são: estabelecer um diagnóstico do transtorno alimentar e outras doenças associadas, avaliar o risco clínico e psiquiátrico, para então estabelecer um planejamento terapêutico.

O planejamento do tratamento deve definir:

1. O nível de cuidado indicado (internação hospitalar em unidade psiquiátrica ou clínica, acompanhamento em regime de hospital-dia ou ambulatorial).

2. Determinar as abordagens terapêuticas que serão indicadas para o paciente no contexto de uma equipe multidisciplinar que costuma ser formada por psiquiatra, nutricionista, psicólogos e um médico clinico, individualizado às particularidades do caso. Ou seja, definir a abordagem psicoterápica que será indicada (por exemplo, terapia cognitivo comportamental, terapia familiar, terapia interpessoal), o formato do atendimento nutricional (por exemplo, acompanhamento nutricional semanal baseado em técnicas comportamentais, orientação nutricional); avaliar a necessidade de introdução de uma intervenção psicofarmacológica para o transtorno alimentar ou para as outras doenças associadas.

3. Definir as metas terapêuticas iniciais, por exemplo, recuperação de peso, restabelecer a regularidade da ingesta alimentar, reduzir a frequência dos episódios de compulsão ou purgação alimentar, entre outras. As metas devem ser frequentemente acompanhadas e atualizadas pela equipe e devem servir como parâmetros para auto avaliação da equipe, norteando os próximos passos do planejamento terapêutico.

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